whatever works

Desde que ouvi a entrevista do Woody Allen no Fresh Air, em Junho do ano passado, estava ansiosa por assistir o filme. Pela história dessa personagem acre-doce que é o protagonista e também pelo nome: whatever works. (A tradução pobre pra “Tudo pode dar certo” me decepcionou demais. Não é isso, é mais como “Qualquer coisa que funcione”.)

Enfim, assisti ao filme sexta-feira passada (salas pra ver em são paulo) e foi uma mistura de amor e ódio. Amor porque é o Woody Allen, e as coisas todas que ele faz são sempre cheias de sorrisos e risadinhas de quase-sem-graça. Ódio porque me caiu tão bem, e tão mal: se na vida é o Whatever Works, como lidar com o que não dá certo? Será que viver pulando de experiências é a solução?

Poderia aqui fazer um texto sem fim sobre expectativas de felicidade que fazemos diariamente, mas acho melhor não especular sobre aquilo tudo que não se sabe. Melhor é a dúvida. Já dizia o Riobaldo: “Viver é muito perigoso”. É sim.

Veja lá o trailer (dica: “if you’re one of those idiots who needs to feel good, go get yourself a foot massage”):

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Sobre dancewithyou

desejos de sea, sex and sun e só.
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